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PARQUE DAS LAGOAS MAGNESIANAS E CAATINGA A criação de uma Unidade de Conservação Ambiental, na área de caatinga, no sertão do São Francisco, justifica-se por vários motivos e interesses relevantes:
Ainda objetivando a preservação da Flora e Fauna características de caatinga, possibilitando o estudo, a pesquisa, a visitação e, sobretudo, a proteção ambiental contra ações devastadoras dos exploradores de pedras, fósseis, madeiras, areias, caçadores e predadores da natureza.
PROPOSTA Inicialmente a área de aproximadamente 400 hectares, poderá ser uma a APA’S – ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL, Unidade de Conservação destinada a proteger e conservar a qualidade ambiental e os sistemas naturais ali existentes, visando a melhoria da qualidade de vida da população local e também objetivando a proteção dos ecossistemas regionais (Resolução Conama 010/88 art. 1). Após os estudos preliminares, a área poderá ser ampliada consideravelmente para atender a legislação de PARQUES, levando-se em conta que as áreas das lagoas são de caráter público pela legislação federal, podendo ser feitas pequenas desapropriações ou negociações com os proprietários no entorno das lagoas, somando-se as áreas livres públicas municipais encravadas no Sítio Histórico do Caboclo, município de Afrânio-PE. Através de um trabalho conjunto dos órgãos envolvidos como a EMBRAPA, CODEVASF, IBAMA, OPAC, em uma ação ampla da ONG – Comissão de Revitalização do Caboclo, novos parceiros poderão participar da concretização do projeto, como o SENAI/CERTA, nas análises das águas e solos; A Univasf, através do Centro de Recuperação de Áreas Degradadas (CRAD); a FFPP - Faculdade de Formação de Professores/CURSOS DE BIOLOGIA E GEOGRAFIA, no cadastramento das espécies da flora e fauna e ainda outros poderão ser envolvidos no projeto do futuro PARQUE DAS LAGOAS MAGNESIANAS E CAATINGA.
PROTEÇÃO AMBIENTAL Após delimitação da área, segundo orientação dos órgãos envolvidos, mantendo algumas atividades vitais na área como: bebedouros dos rebanhos, lavadeiras da comunidade, lazer dos moradores e visitantes, trilhas e estradas de acessos a propriedades dos limites da área do futuro PARQUE. Como proteção ambiental, deverão ser colocadas placas de SINALIZAÇÃO E ADVERTÊNCIAS das restrições estabelecidas. A fiscalização da área deverá ser implantada, orientada e treinada, podendo ser criada uma guarda da comunidade ou municipal. É imprescindível a proibição de algumas atividades na área como: a extração de pedras, areia, madeira e a caça predatória. Uma forte sensibilização deve ser feita na comunidade no sentido de uma educação ambiental e preparação para os impactos do projeto. As intervenções propostas serão analisadas pelos os parceiros do ponto de vista de viabilização. Além da SINALIZAÇÃO, algumas áreas de lazer poderiam ser implementadas com pequenos equipamentos como bancos, armadores de redes, mesas de apoio e lixeiras. Como edificação, propomos a construção de um PÓRTICO DE ENTRADA, no acesso principal, voltado para a rodovia estadual recentemente asfaltada, a PE 635 (AFRÂNIO/CABOCLO/DORMENTES), algumas instalações sanitárias e um módulo para administração do PARQUE. .:. |